funil de vendas no marketing

O funil de vendas do marketing digital é tido hoje como um dos pilares de qualquer ação ou campanha que você deseje realizar. Nesse sentido, convém analisarmos sobre suas principais características e o que determina o funil como algo tão essencial.

Além de entender o que é um funil de vendas, precisamos também entender quais são suas etapas, pois é exatamente isso a chave para o uso. Assim, entendendo como é montado, você consegue visualizar na prática o que ele pode fazer para melhorar sua abordagem.

Pensando nisso, no artigo de hoje vamos tratar tudo sobre o tema, trazendo as principais discussões sobre o funil, e moldando sua estrutura para chegar a um consenso de sua importância.

O que é o funil de vendas?

O funil de vendas nada mais é do que uma grande estratégia de abordagem, determinando a chamada jornada do cliente até o momento da compra efetiva. Com isso, é como se fosse um grande passo a passo, trazendo como a empresa pode se comportar para avançar.

Para criar um funil, não basta apenas a equipe de marketing, mas sim uma colaboração entre marketing e vendas, já que no final das contas, a equipe de vendas é quem coloca em prática. Por isso, é um grande trabalho em equipe para chegar no melhor modelo.

Dentro do funil, cada etapa possui seus gatilhos únicos, voltados ao objetivo de levar o cliente para o nível mais abaixo, até chegar na venda. Nesse caso, é preciso cautela para construir de uma maneira funcional.

Cada etapa vai apresentar uma necessidade específica, e isso deve ser levado em consideração, já que pular etapas não é uma tarefa inteligente. Pensando nisso, vamos tratar mais sobre cada etapa do funil no próximo tópico.

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Etapas do funil de vendas

As etapas que compõem um funil de vendas são: topo, meio e fundo. Dentro delas, existem as subdivisões, para determinar quem deve estar em qual. Agora, vamos destrinchar um pouco mais sobre as etapas.

Topo do funil

Como o próprio nome sugere, o topo do funil abrange um número maior de pessoas, uma parcela maior do seu público. Nesse momento, precisamos lidar com pessoas que não conhecem seu produto ou serviço, além de quem sequer conhece a empresa.

Pensando nesse cenário, já dá para imaginar qual seria uma boa abordagem, certo? O foco deve ser todo em mostrar para as pessoas o que você faz, e o que seu produto consegue fazer.

Aqui, o uso de gatilhos é muito importante, já que muitas pessoas nem sabem que querem ou precisam de um produto até conhecer eles nas redes sociais. Por isso, aqui o discurso deve ser de ajuda, de apoio para algum problema que o seu serviço resolve.

Normalmente, nesse estágio, as empresas usam as perguntas clássicas que chamam atenção para algo que parece normal no dia a dia, como por exemplo: “você não consegue juntar dinheiro mesmo trabalhando por muitas horas?”.

Esse tipo de abordagem traz a necessidade na mente das pessoas, e é um dos principais gatilhos para que o usuário entre no funil de vendas da sua empresa. Com isso, vamos para a segunda etapa.

Meio do funil

Chegando ao meio do funil, significa que, de alguma forma, o usuário já conheceu sua marca, conheceu seu produto e agora tem interesse em comprar. Aqui, chegamos ao que chamamos no marketing digital de leads.

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Um lead nada mais é do que um potencial cliente, alguém que está a poucos passos de efetivar a compra. Por isso, nessa fase, é hora de fazer a nutrição do lead, ou seja, enviar cada vez mais informações sobre o produto.

Dessa forma, é hora de colocar em prática o e-mail marketing e as estratégias de marketing de conteúdo. A essa altura, o principal foco deve ser mostrar o máximo de conteúdo gratuito, sem custos para o cliente.

Com isso, se cria a relação de proximidade, o que faz com que cada vez mais tenha a possibilidade de compra final. Por isso, é considerado o momento mais importante do funil.

Fundo do funil

Se o cliente chegou ao fundo do funil, significa que ele já está decidido a comprar o produto ou adquirir seu serviço. Mas, ainda precisa de mais ações da sua empresa?

Sim, e bastante. Nesse momento, é hora de trabalhar na emoção de uma compra, ou seja, o que te faz comprar um produto que você já quer, mas falta uma condição melhor?

Isso mesmo, frete grátis, cupom, brindes, ou qualquer outra condição que faça o produto ficar ainda mais atrativo. Nesse caso, é hora de trabalhar na parte final, uma espécie de motivação final para que o cliente consolide a compra.

Nessa etapa, o cliente não precisa mais saber os motivos para comprar o produto, ele precisa de condições, em maior parte financeiras, para finalizar naquele momento.

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